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Núcleo Artístico

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Fernanda Nunes 

É atriz e arte-educadora formada em Letras pela Estácio Uniradial desde 2012. Cursa o 5o. ano de Licenciatura em Arte-Teatro no Instituto de Artes da UNESP. Atua desde 2007 na Cia. Teatral Enchendo Laje & Soltando Pipa. Foi proponente do projeto “Uma Cartografia da Exploração” contemplado pelo VAI II da prefeitura de São Paulo e do atual projeto “Balaio de Errâncias: Possíveis Formas de Girar pelas Experiências” contemplado pelo Fomento à cultura da periferia da prefeitura de São Paulo. É co-responsável pela casa cultural “Lajêro”. É co-fundadora da Cia. teatral “As TrupArteiras” que pesquisa teatro infantil na periferia e da “Cia. das Ventanas”, que pesquisa teatro documentário e a mulher na sociedade patriarcal, ambas criadas em 2016. Desde 2014 atua como arte-educadora de teatro em espaços como, Circo Escola Grajaú nesse período também coordenou o projeto “Circolação” que tinha como objetivo realizar “fanzines” sobre o Circo e o seu entorno. Orientou e dirigiu o espetáculo “A luta pela liberdade”, apresentado dentro da programação do Circo Escola e no evento “Abayomi Aba pela Juventude Negra Viva” e orientou e dirigiu a peça “Mulheres em liberdade”. Trabalhou também como arte-educadora no CIEE Grajaú, Aldeias do Futuro, Projeto Quintal Compartilhado, entre outros. Trabalha também como co-coordenadora do projeto Gastronômico Cultural: La Fancha - Casa Restaurante, recentemente contemplado pelo Edital Nacional “Mulheres em Movimento” do fundo Fundo Elas. Atualmente, estuda Teatro do Oprimido com o GESTO - Grupo de Estudos em Teatro do Oprimido.

Fernando S A 

Fernando S A DRT de dança 36402, artista da zona sul de São Paulo, homem negro, periférico e pai de duas filhas. Atua há 21 anos na arte, iniciado pela dança em 2003 e no teatro a partir de 2008. Ao longo dos anos, aprofundou-se nos estudos e práticas como ator e dançarino, desenvolvendo também processos artísticos de caráter performático. Teve a oportunidade de trabalhar com grandes mestres da dança e do teatro, que contribuíram para a sua trajetória e aperfeiçoamento. A sua atuação se estende por diversos coletivos e projetos culturais como a “Cia Teatral Enchendo Laje & Soltando Pipa” com foco no teatro de rua e nas urgências sociais periféricas, é integrante e participa do último espetáculo “Mulher de Retratos” e do festival e teatro de rua Grajaú é a Cidade. No Coletivo Raízes do Tambor, desde 2018, desenvolve ações ligadas à cultura afro-brasileira e religiões de matriz africana, coordenando projetos que foram aprovados por leis de incentivo, como Mostra Afro Parelheiros e Samba Ancestral. Também é integrante do Coletivo Resistir é Preciso, que promove saraus e produções artísticas desde 2016. E da CIA de Dança Fração SM, onde pesquisa a linguagem do movimento dentro da cultura Hip-Hop. Além disso, participa do Coletivo Ação Bboys Parelheiros, que fomenta eventos culturais ligados ao Breaking e ao Hip-Hop na periferia. Atuou como arte-educador em diversos espaços, incluindo o Programa Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura e o Instituto Cristóvão Colombo, promovendo oficinas de dança para crianças e jovens.

Samara Monteiro

 Samara Monteiro DRT 0057694/SP é atriz, psicóloga, arte-educadora e produtora cultural, atuando nas linguagens de teatro, artes visuais e cultura popular. Com 14 anos de experiência teatral, iniciou sua formação em 2010 no Programa Vocacional da Prefeitura de São Paulo, no CEU Três Lagos, e no mesmo ano ingressou no núcleo artístico da Cia. Teatral Enchendo Laje & Soltando Pipa onde segue até hoje. Em 2021, foi cofundadora do Coletivo de Teatro Chão de Terra. Sua trajetória inclui participação em cortejos de rua no Grajaú, em parceria com coletivos como Grupo Identidade Oculta e Cia. Os Desconhecidos. Na Cia. Enchendo Laje, integrou projetos como Balaio de Errâncias (2018-2021), contemplado pelo Fomento à Cultura a Periferia, e Memórias de uma Grajaú Matriarca (2023-2024), financiado pelo Programa VAI II, no qual atuou no espetáculo Mulher de Retratos, em homenagem à fotógrafa Nalva Maria. Possui formação em teatro técnico pela ETEC de Artes e experiência em teatro de rua, máscaras neutras e do Ancião, além de danças dos Orixás para atuação cênica. Atua em oficinas de teatro para adolescentes periféricos, utilizando o Teatro do Oprimido de Augusto Boal como ferramenta de reflexão social. Também se dedica à percussão, com ênfase no pandeiro, e à musicalidade. Realizou oficinas de danças afro-brasileiras com Andrus Santana, máscaras com Cida Almeida, cenografia com Caio Marinho e figurino com Alene Alves e Gabriela Brazilio. Em artes visuais, participou da residência artística no Ateliê Aguila (2022) e da curadoria da exposição Projeto Somos Noiz (2023), envolvendo mais de 100 obras. Em 2024, integrou o laboratório tático da Próxima Companhia, aprimorando sua criação cênica, e vivenciou um processo imersivo em Mímesis Corpórea com Rafaela Carneiro. Seu percurso também inclui projetos contemplados pelo Programa VAI, como O Nome Não Importa (2011) e Itinerando: a Cultura de Pé na Estrada (2012). Produziu os espetáculos A Seleção (2013) e Jardim Progresso, via Três Lagos (2014-2015). Participou do experimento cênico Esquerdocoxa com a Cia. Humbalada (2016) e do projeto Uma Cartografia da Exploração (2017), resultando em um espetáculo homônimo. Em 2024, segue ampliando suas práticas artísticas e pedagógicas, fortalecendo a cultura periférica e popular.

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Laje & Soltando Pipa – 2020
Casa Cultural Lajêro – Cine Lajêro 
Rua Alfred Adler, 65 
Bairro: Grajaú. São Paulo/SP.
CEP:04852-104

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